quinta-feira, 2 de junho de 2011

Pressão.

Não percebeu o confronto
Era tempo contra o conhecimento
Levanta rasga as folhas que te oprimem!
Mas estava entorpecido:
É sem reação um objeto de avaliação
Não é sujeito para avaliação


O baque é tremendo se sente estraçalhado
Passos confusos e o caminho infinito
Caí no pranto retornando humilhado
Quando chegou entendeu o mundo:
Muito será cobrado
Mas muito pouco será dado.


Nesses versos caminha a impotência
Nesse canto sufocado a penitência
Na ação resignada, sem clemência
Na dor saber-se ignorante
Na tentativa o dialogo ficou errante
Na pressão daquele instante


Pressão do mundo

Um comentário:

  1. Palavras jorrando em versos. Versos jorrando verdades. Adoro seus textos.
    Bjs.
    Ione Kadlec

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