terça-feira, 21 de julho de 2020

10 melhores músicas e poesias da história da música brasileira!







 Top 10 das melhores combinações entre música e poesia da história da música brasileira, claro que esta é a minha modesta opinião, mas você pode montar a sua lista aí nos comentários. Sem mais delongas vamos ver a lista: 

10. Zé Ramalho - Admirável Gado Novo



9. Racionais MC's - Negro Drama




8. Cartola - O mundo é um moinho

































Menções honrosas:

Rosa de Hiroshima - Secos & Molhados poema de Vinicius de Moraes
Vinicius de Moraes escreveu o poema Rosa de Hiroshima inspirado pelo ataque atômico provocado pelos Estados Unidos contra o Japão no final da Segunda Guerra Mundial em 1946 e publicado no livro Antologia Poética, o poema tinha o nobre objetivo de ser um protesto contra os ataques, além de levantar a bandeira pacifista e antinuclear. Anos depois, em 1973, os versos foram musicados pelo grupo Secos & Molhados.




Xibom Bombom -  As meninas
Meu jovem, se você é um pré adolescente ou adolescente, talvez seja difícil para você imaginar que o Brasil da década de 90 era dominado pelo ritmo do Axé e do pagode. Hoje em dia a predominância é da música sertaneja e do Funk. Mas estou chamando sua atenção para esse fato, porque a música “Xibom Bombom” do grupo “As Meninas” é uma das raras letras de música de Axé que  aborda o tema da desigualdade social, e o mais espantoso é que a letra faz um sentido absurdo! Confere aí no Vídeo!






quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

RETROCESSO

   


    A sombra que paira sobre o país é pesada, como se a pátria fosse um homem que precisa amputar a perna para não morrer pelo contágio de uma infecção. Uma política de ajuste fiscal que rasteja enquanto agências de classificação de risco como Standard & Poors, Fitch, Moody’s rebaixaram nota do Brasil, tornando-o o pior país dentre os BRICS para investimento. Ainda que se saiba não ser tão transparente os métodos de classificação das agências, e que na verdade seguem mais o interesse do capital financeiro, este, por sua vez, pode ter grande interesse na acentuação da crise econômica brasileira pelo interesse de conseguir melhores ganhos com um novo governo por aqui.
   Distraídos com a lava-jato e tomando conhecimento exagerado das investigações que pipocam a toda hora como convém ao espetáculo midiático. Esse texto é para chamar atenção da ameaça de perdemos uma riqueza do pré-sal avaliada de 8,3 trilhões de dólares!!!

 Como isso pode acontecer?


    Muito simples. O processo de desconstrução da Petrobras como uma grande empresa já está em curso. Enquanto todas as notícias tomam conta apenas das denúncias de corrupção, o Senador José Cerra, sorrateiramente arquitetou um projeto, combinado antes mesmo de virar senador, com a empresa norte-americana Chevron interessada no pré-sal. Querem tirar a exclusividade da Petrobrás na exploração recursos da reserva.
     O detalhe é que as negociações ardilosas do Tucano foram reveladas por nada mais nada menos do que Julian Assange do WikiLeaks, ele conseguiu interceptar conversas via e-mail da empresa com o atual Senador do PSDB.
     Talvez você ainda não tenha se dado conta da gravidade da situação, mas a possibilidade viva de o Brasil se tornar um país desenvolvido depende tremendamente da resolução dos conflitos atuais, tenham certeza que apesar da péssima gestão da economia da Dilma Rousseff elevando a dívida pública a quase 60% do PIB e levando o Brasil a recessão e sem grau de investimento, caso ela sair da presidência antes de 2018, adeus pré-sal.
   Os 75% dos royalties dessa grande riqueza que iriam ser destinados à educação e 25% para saúde, e assim finalmente melhorando a qualidade do SUS, melhorando sobretudo, a qualidade da educação com salários melhores para os professores e melhorando a estrutura de várias escolas, vão se tornar um sonho distante.
    Quero aqui através desse texto repudiar toda e qualquer intenção de Trocar uma Política de Estado por uma Política de Mercado. O pré-sal é a riqueza do povo brasileiro não pode ser explorada por uma multinacional.
     A Vale do rio Doce, a maior produtora de minério do mundo, foi vendida pelo governo FHC por R$ 3, 3 bilhões de reais em 1997 e o valor estimado na época do leilão era de R$ 92 bilhões de reais, ou seja, valor 28 vezes maior do que o que foi pago pela empresa. Atualmente apenas em um trimestre em média o lucro da VALE é de 2 bilhões de reais, uma empresa predatória, haja vista a lambança em Mariana - MG,  a empresa SAMARCO pertence a VALE.
   
 A intenção é fazer o mesmo com a Petrobras - vão desqualificar sua gestão, apontar suas dívidas esquecendo o potencial produtivo e de lucro, e se não conseguirem privatizá-la, vão fazer acordo espúrios para que outras transnacionais mais uma vez levem vantagens sobre riquezas localizadas em território brasileiro. Os espectros horripilantes do neoliberalismo e do neocolonialismo nos ronda nossa  atual conjuntura. Vencer a atual crise política-econômica é fundamental para evitar um atraso no desenvolvimento de mais de 100 anos.


sábado, 14 de novembro de 2015

O Mundo Em Pedaços.

Eis aqui o mundo:
De tanta dor quase banal
De tão violento nada sentimental

Sofremos com tanta morte na França
O brutal assassinato da esperança
O corpo do refugiado sírio é uma criança

"Meu Deus é melhor que o seu"
"Meu povo é mais civilizado que seu"
Morreremos então -  você e eu.

Mas há solução;
Fechem todas as fronteiras!
 Criem  todas as barreiras!

Tragédia vai de Minas ao Japão
Reconstroem-se cidades de Tsunamis e terremotos
Empregando com exatidão o dinheiro dos impostos

Embora pegando da Terra mais do que ela pode dar
 Há quem pergunte "de quem é culpa?" quando tudo acabar
VALE sempre perguntar.
E o mundo ainda tem um milhão
de mazelas para erradicar.

O mundo grita liberdade
Mas vê vaidade

O mundo grita fraternidade
Mas sofre enfermidade

O mundo grita igualdade
Mas vil é a deslealdade

Nós humanos sempre erramos
Nos matamos, mas não mudamos
Nós humanos totalmente desesperados
Ficamos mais desumanos em um mundo em pedaços.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Domingo, 1 de maio de 1994

domingo, 14 de abril de 2013

Deveria haver mais pessoas como ele!


Esse cara lendo jornal é Keanu Reaves:
Ele é de uma família problemática. Seu pai foi preso por tráfico de drogas e sua mãe era uma stripper. A família dele se mudou para o Canadá e ele teve vários padrastos.
Ele assistiu sua namorada morrer, eles estavam prestes a se casar, e ela morreu em um acidente de carro, antes também ela havia perdido seu bebê. Desde então Keanu evita relacionamentos sérios e ter filhos.
Ele é a única estrela de Hollywood sem mansão, e ele diz: Eu moro em um apartamento eu tenho tudo o que preciso a qualquer momento, por que preferir um casarão vazio?
Um de seus melhores amigos morreu de overdose ele era River Phoenix (irmão de Joaquin Phoenix) quase no mesmo ano que o pai de Keanu foi preso novamente.
Sua irmã mais nova teve leucemia. Hoje ela está curada, e ele doa 70% de seus ganhos do filme “Matrix” para o hospital que trata Leucemia.
Em um de seus aniversários ele foi a uma lojinha de doces e comprou um bolo, e começou a comê-lo sozinho. Se um fã caminhasse por ali e fosse falar com ele, Keanu lhe ofereceria um pedaço de bolo.
Ele não tem guarda costas, e ele não usa roupas extravagantes. Quando alguém disse algo sobre
““Keanu infeliz” ele respondeu: Você precisa ser feliz para viver, Eu não”
"Seja gentil, pois todo mundo que você encontra está lutando uma batalha difícil."

(Tradução Livre)


Fonte: Share

sábado, 5 de janeiro de 2013

Reforma Ortográfica


        Adiaram para 2016 a obrigatoriedade do uso do novo acordo ortográfico. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (04/01/2013) no "Diário Oficial da União". antes de nós criticarmos o acordo ortográfico, o que é mais comum, entender o porquê o criaram é mais relevante. É necessário compreender essa tentativa de unificação na qual tanto se fala, mas pouco se discute. 
       No mundo oficialmente existem 10 países onde o português é língua oficial: Brasil, Moçambique, Angola, Portugal, Guiné-Bissau, Timor Leste, Guiné Equatorial, Cabo Verde, São Tomé Príncipe, Macau. Facilitar o intercâmbio de obras escritas no idioma entre esses países, fortalecer o peso do idioma em organismos internacionais justifica bastante essa tentativa de unificação. Além disso, a variância da língua falada é enorme, então ao invés dessa mudança, como alguns dizem empobrecer a língua, pelo contrário ela valoriza o idioma quando ele ganha corpo e mais representatividade diplomática.
       Pensando de um ponto de vista do uso, e de como escrevemos às vezes com maior facilidade utilizando para acentuar mais observando os sons mais fortes da sílaba tônica, sem muitas vezes termos sistematizado o sistema fonético, e a classificação das sílabas, o acordo tem muitas coisas passivas das mais rudes críticas, posto que essas alterações na fala não vão alterar, ou seja, nós continuaremos a pronunciar a sílaba de maneira acentuada mesmo que a grafia seja desacentuada.

Vou aqui frisar mudanças ruins que podem muito bem serem revistas:

1 - o fim da acentuação nas palavras paroxítonas que tenham ditongo (ei, oi) exemplo; idéia virou ideia.

2- Acento agudo de algumas palavras paroxítonas Some o acento no i e no u forte depois de ditongos. Exemplo; feiúra virou feiura.

3- Some o acento diferencial, acento que servia para identificar a classe gramatical, e diferenciar como no caso de pêlo que foi depilado e agora é pelo, não pelo um bom motivo.


     Por outro lado, a mudança no alfabeto acrescentando as letras w, k, y, é uma coisa positiva, a morte do trema, por assim dizer também. Acentos circunflexos em letras dobradas, como no caso de “lêem” passando ser escrito leem parece uma ação igualmente acertada, um pouco menos popular é o caso da eliminação do hífen ou acréscimo dele nas palavras. 

      A verdade é que nenhuma das mudanças agrada um grande contingente de pessoas aqui no Brasil, mas principalmente em Portugal, enquanto aqui o acordo ortográfico acarretará na mudança de 0,5% do total de palavras, para os lusitanos acarretará uma mudança de 0,8% do total muito em virtude de uma mudança exclusiva para os portugueses: Desaparecem o c e o p de palavras em que essas letras não são pronunciadas, exemplo; óptimo passou a ser ótimo. 

     Mais uma coisa do acordo a ser bastante criticada é o fato das diretrizes dele já estarem estabelecidas desde 1990, e mesmo assim não ter entrado plenamente em vigor, ainda! Muita procrastinação em virtude do desagrado que ele causa principalmente aos já escolarizados que reiteram o fato de não ser possível absorver todas as mudanças. 

    Tudo indica realmente uma difícil adesão, e uma forte tendência da aceitação de duas formas de escrever ao invés da abolição das formas antigas, é até algo bem razoável agradaria defensores e detratores do acordo. Resta ainda a reflexões se tais mudanças são benignas, e se por decreto é possível unificar a língua, ou gerar mais desavença e repúdio a norma culta padrão da língua.



sexta-feira, 27 de julho de 2012

Monopólio da informação



     Durante anos os direitos de transmissão de diversos eventos esportivos eram controlados pela rede Globo, mas eis que a Record obteve os direitos exclusivos dos jogos olímpicos em Londres e obtém o monopólio da informação, decidiu, portanto, não vender quotas para outros canais abertos, exceção grupo GLOBOSAT de canais fechados, e ao portal Terra. Muitos têm pensado que é um castigo justo aos herdeiros de Roberto Marinho, até pelo fato da emissora não agir de maneira diferente; sempre agiu de modo similar, ou até pior, no que se refere ao repasse dos direitos para os outros canais abertos.  
      A face sórdida por trás desse jogo com a informação, e que é necessário dizer, envolve cifras exorbitantes - a rede Record adquiriu os direitos exclusivos pela bagatela de 60 milhões de dólares, na edição anterior em Pequim os direitos foram adquirido pela quantia de 12 milhões. Esse aumento exponencial inviabilizou uma contraproposta, até esse ponto nada ilícito, o problema é que desde o momento em que os direitos de transmissão foram conquistados já estava decidido que não seriam revendidos a qualquer outra rede aberta, e isso, (ideologicamente falando) é o descompromisso com a democratização da informação.
      O público não poder escolher por que meio obter informação é absurdo. Aos que rápido vão dizer da impossibilidade da desinformação em decorrência da internet, no entanto isso é falsa impressão de acesso livre e ilimitado para todos, ignorando o fato do controle corporativo, isto é, os grandes portais de notícias já fazem parte das emissoras de televisão.  Além disso, considerando os números do IBOPE, possuem acesso a TV por assinatura um pouco mais 3 milhões de lares, enquanto a rede aberta alcança 60 milhões de unidades habitacionais.
     Marshall Mcluhan defende que o meio é a mensagem, há certo equívoco nessa afirmação transportando para esse caso, pois as Olimpíadas não vão ser menos importante para os brasileiros porque o veículo de maior prestígio e audiência do país não cobre o evento, e se limita a não fazer uma cobertura jornalística aprofundada no intuito de não beneficiar seu concorrente. Isso não significa, entretanto, que uma emissora apenas cobrindo o evento em represália a um poder midiático descarado ao longo dos anos seja correto.

       O que ilustra bem o confronto Globo X Record é a frase: Em uma luta entre dois elefantes o mais prejudicado é o solo.  A única forma de combater o monopólio da informação seria criação de uma legislação pelo poder  público, que prevê distribuição quotas para redes abertas, obrigando os detentores dos direitos a repassarem partes significativas do evento, pois se isso não acontecer à guerra por audiência vai elevar cada vez mais o custo dos direitos de transmissão, ficaremos sujeitos a coberturas unilaterais. A exclusividade gera exclusão, direciona a nossa visão apenas sobre uma ótica nem sempre nos conduzirá pela verdade.